Quem não se lembra dele, daquele senhor amável. De cabelos encarapinhados. Sempre pronto a ajudar. Que vivia naquele pedacinho de chão que um dia a represa engoliu. Pedacinho de terra que fazia divisas com as minhas. Sempre fomos amigos do peito. Ainda me lembro, de tempos idos, quando ainda não existia a represa do Funil. […]