Por que esse sobre esquisito. Podem me perguntar e eu respondo: “perguntem a ele. Ele sim assina Bodoque, não eu”. Zé Bodoque, bem poderia ser estilingue. Aquela arminha que nós crianças usávamos na roça ou na cidade. Feito numa forquilha de um galhinho de jabuticabeira ou outra madeira similar. De boa resistência e flexibilidade. Composto […]
Crônicas
Vai? Num vai?
Nesse nheco sem eco vivia Zé Curiango. Num dia igualzinho a essa madrugada de sexta-feira. Caía uma chuvica mansa de molhar bobo se não se fizesse ativo. Zé, Curiango por não ter dado parte da mãe. Nem se lembra dela, já que quando ela o teve escafedeu-se nem se despedindo de Zé bebezinho. Que a […]
Alergia do Seu Zito
Esse senhor, bem rodado em anos. Nem se lembra mais de quantas velinhas assoprou na sua vida. Quem o conhece não se esquece dele jamais. Não apenas por sua simpatia, amor ao trabalho pesado. Ele a enxada parece terem sido feitos um para o outro. Mãos caludas, sorriso branco muito franco. Não é de falsear […]
Da valsa ao funk
Deveríamos dançar seguindo a partitura da música. Mas tem gente que dança, requebra a pança, rebola, pisa na bola e de nada adianta voltar à pista d e dança que a barriga não desincha. Ela passa a engordar mais ainda. Pena que nem sempre ser bola cheia faz da gente uma Gisele Bündchen. Essa nossa […]
Que nome dar a isso?
Tempos se vão na distância dos anos. De repente me vi menino. Era bem novo ainda. Uns seis, sete, mais um a frente. Era dezembro em sua metade. Dia sete assoprei mais uma velinha. Era um punhadinho apenas a iluminar a sala. Não me lembro se na sala de jantar ou naquela mesa azulejada da […]
