Agora são quatro e cinquenta e nove da manhã, dessa segunda feira vinte e quatro de agosto. Daqui da janela do meu sétimo andar vejo a cidade despertar. Luzes, alguns carros apressados em movimento, no céu a escuridão me faz pensar em noites. Não pairam dúvidas no ar, que noites estreladas, céu escuro, temperatura amena, […]
