Todos os dias Zezinho, assentado a um banquinho tosco, esperava o trem passar. E ele sempre passava na hora certa. Antes das seis da manhã a locomotiva apitava: “piuuu”. E repetia aquele silvo agudo, correndo lépida pelos trilhos. Logo depois Zezinho voltava a casa. Feliz da vida por ver o trem passar. Assim era a […]
