Bendita inocência de uma criança. Quando meninos, bem novinhos, acreditávamos em um Papai que pra gente existia. O bom velhinho, naquela noite mágica, era Natal, chegava do polo norte guiando um trenó de renas aladas, recheado de presentes, que tinham endereço certo. Pois a gente, meninos crentes, escrevíamos cartinhas ao tal velhinho. E ele não […]
