Como chovia grosso naquela manhã de novembro. A noite inteira caiu água. Pelo burburinho da chuva parecia coisa pesada. Mané, sitiante dono de um naco de terra pequenino, vivia do que a terra lhe dava. Plantava feijão. Tirava um leitinho miúdo. De vez em quando fazia um negocinho. Trocava bezerros em ponto de desmamar por […]
