Sempre, desde quando aprendi a soletrar o baba, com as letras sempre me dei bem. Números éramos inimigos figadais. Não tanto de mal ficávamos quando, naquela aula chata de aritmética, assentava-me a última carteira para que a minha professorinha não me visse distraidozinho, ou melhor, atento aos olhos daquela lourinha linda meninazinha, de nome Lucinha. […]
