Algumas vezes me perguntei: “pra que escrever tanto se quase ninguém lê? Pra que acordar tão cedinho somente para escrever? Por que e qual motivo a gente nasce, cresce, velhos ficamos, e de repente, sem mais que num repente, uma doença de nome sensibilidade, inerente e encarregada de fazer doer sem nada que nos machuque […]