Naquela manhã fria, ao tomar assento no banco daquele ônibus, ao meu lado assentou-se um rapaz. Era bem jovem ainda. O ônibus estava lotado. Pessoas viajavam em pé, dependuradas naqueles cabides, quais roupas estendidas no varal. Durante todo o trajeto o rapaz, sempre de olhos fixos no celular, não me lançou um par de olhos. […]