Essa pergunta, feita agora há pouco, ao subir pelo elevador com uma filha, na companhia de sua mãe, respondi desta maneira: “se você me perguntasse se ainda continuo a viver, a sua pergunta daria no mesmo que. Sem escrever não vivo. Vegeto. Torno-me um graveto seco. Pronto a ir à fogueira. Ou encandecer a lareira. […]