Sinto-me um privilegiado. Médico formado nos anos idos de 1974. Da fornada de uma turma, a última que fez médico em apenas cinco anos. Bem que poderia ter sido mais. Agora só restam cento e sessenta menos trinta, creio. Nossos colegas falecidos, de jalecos brancos e indumentária impecável exercem nossa nobre arte no céu. Onde […]