Quem já não passou por isso: num dia escuro, quase noite, andando sem ter aonde ir, numa roça estranha, caçando vagalumes em busca da criança que já não mora dentro da gente, a fim de aprisioná-los numa caixinha de fósforo, depois soltá-los após chegar a casa avarandada, abrir o tampo da tal caixinha de madeira […]