Não sou muito crédulo em acreditar no azar. A sorte somos nós que a procuramos. Da mesma maneira que a fortuna nos bafeja. Desde que não fiquemos assentados, comodamente, a um banco da praça, proseando com amigos, a espera de tempos melhores, e menos sombrios. Assim como não me sobe à cabeça a crendice em […]