Antes, nos bons tempos que lá se vão, eu menino, criança ainda, brincava com alguns moleques. Uns branquinhos como paina de algodão. Outros como tições de fogo apagados. Negrinhos como noites escuras. Tais e quais jabuticabas bem maduras. Em ponto de subir no pé e ir chupando uma a uma. Sem medo de despencar lá […]